Publicação do artigo - Lista de plantas vasculares nas serras ferruginosas do sudeste do Brasil: Banco de dados para conservação - Instituto PristinoInstituto Pristino

Publicação do artigo – Lista de plantas vasculares nas serras ferruginosas do sudeste do Brasil: Banco de dados para conservação

Pela primeira vez, pesquisadores do Instituto Prístino, juntamente com a Professora Claudia Jacobi (Universidade Federal de Minas Gerais), publicaram a lista de plantas vasculares coletadas em áreas de canga e ecossistemas associados as serras ferruginosas do sudeste do Brasil. Esse trabalho resultou no artigo “Check-list of vascular plant communities on ironstone ranges of south-eastern Brazil: dataset for conservation” .

Foram registradas 2.933 espécies distribuídas em 160 famílias e 818 gêneros, da quais 148 espécies estão ameaçadas de extinção. Dentre as espécies, 48 são endêmicas, contudo apenas 12 estão  mencionadas em listas oficiais de flora ameaçada de extinção. Este cenário ainda não reflete a atual e intensa ameaça de extinção devido à perda e degradação causadas pela mineração em áreas naturais de cangas e ecossistemas associados, que pode resultar na extinção de várias espécies.  Esforços de coleta devem ser realizados para amostrar adequadamente a vegetação já que, para 143 locais foram coletadas menos de 10 amostras. Este conjunto de dados poderá subsidiar a indicação de dezenas de espécies de plantas cujos critérios de ameaça ainda devem ser avaliados. Essa ação poderá contribuir para políticas públicas de uso racional e conservação da flora brasileira.

Área da realização do levantamento

Geossistemas Ferruginosos, sudeste do Brasil (polígonos laranjas) relacionados com os domínios fitogeográficos da Mata Atlântica e do Cerrado. QF: Quadrilátero Ferrífero; SS-MP: Serra da Serpentina-Morro do Pilar; VPB: Peixe Bravo River Valley.

Fitofisionomias em cangas e ecossistemas associados. A-B. Comunidade de plantas em canga; C. Capão; D. Carrasco; E. Floresta Atlântica; F. Campos.

Acesse o artigo completo

O artigo completo pode ser consultado no site  do Instituto Prístino, na página de publicações. Além disso o material está disponível, de forma gratuita, no site  do periódico “Biodiversity Data Journal”, para acessar clique aqui.